Título: As praças das estações ferroviarias metropolitanas de São Paulo: traçado, forma e função

Autor: Cassia Regina Dias Ribeiro

Orientador: Edison Fávero

Categoria: Dissertação

Palavras-chave: Praças , Ferrovias – Estações , Espaços publicos , Arquitetura paisagística , Paisagismo

Resumo: Esta pesquisa teve como objetivo aprofundar a reflexão e a discussão sobre as diversas formas de inserção na cidade de praças associadas às estações de trens metropolitanos, gerenciadas pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), e sua importância como elemento de re-qualificação urbana. Atualmente, o setor ferroviário em operação é constituído por seis Linhas, com 84 estações, das quais 24 possuem praças. A partir da criação de uma matriz composta por dados obtidos em visitas preliminares, foram então selecionados oito casos – Osasco, Franco da Rocha, Ferraz de Vasconcelos, Júlio Prestes, Ribeirão Pires, Lapa, José Bonifácio e Engenheiro Manoel Feio. A avaliação funcional das praças foi realizada por meio de levantamentos de campo sistemáticos, observação dos aspectos comportamentais e eventuais entrevistas com usuários. Nessa avaliação foram considerados os seguintes fatores: contexto em que se situa a praça, incluindo tecido urbano e entorno físico imediato; análise morfológica, com a identificação dos principais elementos de estruturação do espaço e a observação dos usos e usuários. Assim, por meio da identificação dos elementos que compõem o desenho dessas praças, bem como da verificação de seus aspectos funcionais, foi possível conhecer suas condições atuais, tanto no âmbito físico quanto social, e identificar quais os elementos essenciais em termos de configuração espacial. Concluiu-se que as estações ferroviárias sempre denotarão uma identidade diferenciada às praças a elas associadas, fato este que deverá ser considerado em futuros projetos de áreas livres públicas dessa natureza.

Origem: Biblioteca Digital da UniCamp

Acesso pela nossa equipe em: 06/01/2010

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