Referências


Título: Arquivo mnemônico do lugar: memória e histórias da cidade.

Autor: Paula Uglione Ritter

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Título: O processo projetual das auto-intervenções nas residências econômicas – um estudo no bairro de Higienópolis (Rio de Janeiro).

Autor: Marcelo da Rocha Silveira

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Título: Feitos para cuidar: a arquitetura como um gesto médico e a humanização do edifício hospitalar.

Autores: Luiz Carlos de Menezes Toledo

Orientador: Vera Regina Tangari  e Antônio Pedro Carvalho

Categoria: Tese

Palavras-chave: projeto; arquitetura hospitalar; humanização; arquitetura moderna

Resumo: Esta tese tem como tema a arquitetura hospitalar e sua relação com os princípios e posturas da humanização dos serviços de atenção à saúde, focalizando o edifício hospitalar como objeto de análise central. A partir de uma análise histórica, destaca a mudança da medicina hospitalar, ocorrida a partir de meados do século XX, quando o objetivo de curar, característico do hospital terapêutico, é ampliado pelo de cuidar, próprio do hospital moderno. Com base nessa constatação, defende a hipótese de que a humanização é um caminho para que a arquitetura recupere o seu papel no sentido de exercer o mesmo estatuto de um gesto médico. Demonstra ainda que, para que essa mudança ocorra, a medicina e a arquitetura hospitalar deverão se unir em torno de um novo paradigma, voltado para a promoção da saúde e para o conforto físico e psicológico do paciente, elevado à condição de sujeito do processo terapêutico. A pesquisa histórica privilegiou dois períodos distintos da evolução do edifício hospitalar: o primeiro deteve-se nos séculos XVIII e início do XIX e o segundo focalizou o século passado, com ênfase na contribuição dos arquitetos modernistas brasileiros para a humanização do edifício hospitalar. A metodologia de pesquisa adotada foi centrada em extenso levantamento bibliográfico, no resultado de um conjunto de entrevistas e conversas informais com arquitetos e profissionais ligados à área da saúde e na avaliação particularizada do pensamento e obra dos arquitetos João Filgueiras Lima e Irineu Breitman que, além de revelarem um amplo domínio de todas as etapas do processo projetual, sempre se colocaram na contramão do paradigma curativo, referido na hipótese principal. A tese também apresenta a discussão sobre o surgimento de diversos movimentos sociais e práticas alternativas assim como sobre a institucionalização de temas ligados à integralidade, ao acolhimento e ao cuidado, reforçando a demonstração das mudanças ocorridas no campo da medicina hospitalar e das políticas públicas ligadas ao setor. Ao final, demonstra a validação do papel da arquitetura hospitalar como parte integrante dos processos de humanização dos serviços de atenção à saúde, afirmando ainda que somente com essa mudança de visão, se abrirá para os arquitetos um novo espaço terapêutico de atuação, indispensável ao pleno desenvolvimento do edifício hospitalar na sua missão de curar e cuidar.

Origem do arquivo: Portal PROARQ – UFRJ

Acesso em: 06 de junho de 2012.

Título: Barra da Tijuca: uma arquitetura entre a ética e a estética.

Autores: Maria Clara Amado Martins

Orientador: Olinio Gomes Paschoal Coelho

Categoria: Tese

Palavras-chave: Urbanismo; Transformações urbanas; Identidade.

Resumo: O bairro da Barra da Tijuca, desde a implantação do Plano-Piloto de Lúcio Costa, 1969, até os dias de hoje, transfigurou-se numa das mais comentadas regiões da cidade do Rio de Janeiro. A proposta do arquiteto tem afinidades com os conceitos formulados no IV CIAM, em 1933, e referenda os postulados do urbanismo racionalista. Os contrastes e paradoxos provocados pelo distanciamento do momento modernista com a aplicabilidade do plano logo apareceram, provocando muitas alterações. Discutiu-se o seu caráter elitista, as grandes glebas, os condomínios fechados e a velocidade como protagonista. Diversas alterações foram sendo realizadas, em busca da diminuição dos percursos e da adaptação do bairro às culturas que lá chegaram, o que resultou em uma identidade formada pela diversidade. O estudo aborda estas questões, usando a Teoria dos Valores como paradigma, através da interpenetração entre a Ética e a Estética, que investiga a Barra da Tijuca como sujeito e objeto, utilizando as postulações de Immanuel Kant, que desloca a idéia de valor para o domínio pessoal da consciência. O Criticismo estabelecido pelo filósofo servirá como alicerce para a verificação do modelo urbano e suas alterações, assim como a relação entre ele e a morfologia do bairro, que o transformaram no ícone mais recente da cidade, direcionando o seu crescimento e a constatação de que a Barra da Tijuca é uma arquitetura entre a Ética e a Estética.

Origem do arquivo: Portal PROARQ – UFRJ

Acesso em: 06 de junho de 2012.

Título: Ambiência religiosa e preservação do patrimônio material das cidades: as procissões da semana santa na antiga Rua Direita de São João Del Rei

Autores: Marcia Maria Pereira de Araújo

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Título: Patrimônio Cultural e Turismo no Brasil em Perspectiva Histórica: Encontros e Desencontros na Cidade de Paraty.

Autor: Hernán Venegas Marcelo

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Título: Varando Mundos: Navegação no Vale do Rio Grajáu.

Autor: Alan Kardec Gomes Pachêco Filho

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